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CUIDADO! VALE A PENA POR EM RISCO A FESTA DO SEU FILHO???

VALE A PENA POR EM RISCO A FESTA DO SEU FILHO???

PORQUE TROCAR O CERTO PELO DUVIDOSO?

Com a crise econômica batendo à porta dos brasileiros, os serviços de festas infantis triplicaram em todo o país e o Facebook como principal alvo de todas as outras redes sociais se tornaram uma opção tanto para quem quer ganhar dinheiro extra, quanto para aqueles que querem economizar com  leilões expostos diariamente

 

A internet vive um momento onde qualquer descuido pode ser fatal, a segurança de seus dados está em jogo. Muitos dos golpes aplicados na Internet podem ser considerados crimes contra o patrimônio, tipificados como estelionato. Dessa forma, o golpista sem um site que te dê segurança na contratação do serviço desejado poderá ocasionar frustações e arrependimentos tardios.

Gostaríamos de lhe orientar que todas as medidas sejam aplicadas para melhorar a sua segurança. Porém, não podemos garantir se optar em contratar serviços apenas pelos valores baixos (leilão) expostos no momento atual nas redes sociais (Facebook)

Essas possibilidades colocam em risco sempre o consumidor final pois podem ser ótimas soluções, mas é quando o profissional não dispões de um site profissional na qual estará no ar o ano inteiro…Nessas plataformas de redes sociais o consumidor não tem nenhuma garantia do material oferecido pelo vendedor. Isso porque o consumidor faz dois tipos de transação, uma com o vendedor e outra com a empresa que faz a intermediação do negócio.

A advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Cláudia Almeida, esclarece que, como o comprador faz negócio com a pessoa física – o dono do objeto – e com a intermediação da empresa, ele está protegido por duas legislações. E são corresponsáveis pela veracidade do produto exposto. Essa relação é garantida pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC)”, afirma. A advogada acrescenta que a experiência entre consumidores proporcionada por esses sites também é assegurada pelo Código Civil, por se tratar de uma transação entre pessoas comuns, e não entre fornecedores.

Imagine a situação de que um vizinho trocou de celular e quer vender o antigo para o outro. Essa negociação vai depender somente de critérios estabelecidos pelo vendedor em questão, não há nada no CDC que ampare esse acordo. Cláudia Almeida, chama atenção para precauções necessárias. “Muitas vezes, o item pode ser fictício. E aí o consumidor que comprar ou alugar um serviço pode colocar em risco todo um planejamento e frustações em uma festa ou evento.

E AÍ? VALE A PENA POR EM RISCO A FESTA DO SEU FILHO???

 

 

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